Quando
empregamos o termo “educador” referimo-nos intencionalmente ao profissional da
educação, que pode ser professor, pedagogo, diretor, agente educacional, enfim,
todos os funcionários que fazem parte da escola. Todos estes profissionais
devem ter atenção e cuidado para com os educandos. Seja advertindo, orientando
ou informando ao aluno seus direitos e deveres, para que estes se tornem
cidadãos conscientes de seu papel na sociedade contemporânea, convivendo com o
próximo de forma educada e harmoniosa.
Queremos
ressaltar a multiplicidade dimensional que é própria de cada ser humano, da
incompletude, do fazer-se a cada momento na relação com outro, que é a essência
do ser e do trabalho de um educador. Sua trajetória de vida mistura-se à sua
trajetória de vida profissional que perpassam por marcas leves ou profundas
deixadas nas e pelas pessoas e espaços percorridos.
O
trabalho docente se constitui numa das atividades mais gratificantes e ao mesmo
tempo desafiadoras, pois é um processo de releitura, de reelaboração dos
conhecimentos científicos através do trato didático, visando ultrapassar os
conhecimentos assistemáticos, de senso comum, que os educandos trazem com suas
experiências.
Aliás,
cada grupo com qual trabalha responde das mais diversas formas. O educador é
referência, mas também faz do seu cotidiano um intenso modo de aprender, de
contribuir com a sociedade.
Em
todas as áreas faz-se necessário a busca pela atualização funcional. Na
educação não é diferente, muito pelo contrário, quem trabalha nesta área é
muito cobrado, pois é incumbido de transmitir o conhecimento científico. Cabe
aos profissionais da educação, principalmente ao professor, apropriar-se deste
conceito e estar em constante formação.

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